Por Abraão Ribeiro
O procurador-geral de Contas, William de Almeida Brito Júnior, representando o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), participou na manhã desta terça-feira (19) do painel “Práticas, experiências e cooperação com o Poder Judiciário”. O encontro, realizado na Escola Superior da Magistratura (Esmagis-MT), reuniu representantes de diversas instituições para dialogar com os novos magistrados.
O painel integra o Curso Oficial de Formação Inicial (COFI – Turma 01/2026), etapa essencial na preparação dos 35 novos juízes substitutos que passam a integrar os quadros do Poder Judiciário de Mato Grosso.
Ao representar a Corte de Contas, William detalhou o funcionamento do sistema de controle externo exercido pelo TCE-MT e pelo Ministério Público de Contas (MPC-MT). O objetivo foi oferecer aos magistrados “uma visão ampla sobre a fiscalização da gestão pública e os fluxos de cooperação entre as instituições”, afirmou Brito Júnior.
O procurador-geral enfatizou ainda que o alinhamento de funções e o respeito aos protocolos institucionais são determinantes para a eficiência da prestação jurisdicional. “Apresentar a atuação do Tribunal e do MPC aos novos magistrados fortalece o sistema de justiça e garante que a aplicação das leis ocorra em harmonia com os princípios da administração pública”, destacou.
O evento abordou temas sensíveis à prática judicial, incluindo procedimentos de perícia, investigação, policiamento e o impacto da atuação integrada no combate à criminalidade e na proteção de vulneráveis.
Além da representação do TCE-MT, o painel contou com a presença de autoridades como o delegado da Polícia Federal, Antônio Flávio Rocha Freire; o coronel PM Anderson Luiz do Prado, subchefe do Estado-Maior Geral da PM; o delegado de Polícia Civil Gianmarco Paccola Capoani; a perita oficial criminal Alessandra Paiva Puertas Fernandes, coordenadora de Formação Profissional da Politec; Eder Willian Salvaterra, assessor do Grupo Estadual de Combate aos Crimes de Homofobia (GECCH/SESP); e o deputado estadual Júlio Campos, vice-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Ao final, o diálogo reforçou que a interface entre a magistratura e as forças de controle e segurança é o pilar para uma resposta mais rápida e técnica às demandas da sociedade mato-grossense.
Créditos da imagem: Thiago Bergamasco/MPC-MT
